CARAVANA CANTARES E DANÇA NA MOCHILA EGITO E ISRAEL COM ISABEL COIMBRA

CARAVANA CANTARES E DANÇA NA MOCHILA 

Missão profética e evangelística que nasceu no coração de Deus chega a Israel para abençoar toda a Terra Santa

A Dança na Mochila é um projeto iniciado em 2012 durante o doutoramento de Isabel Coimbra na França em que esta, orientada pelo Espírito Santo de Deus, dançava pelas ruas, praças e vários espaços públicos de inúmeras cidades francesas entre 2012 e 2013 (vide blog: dancanamochila.worpress.com). Os Objetivos destas intervenções artísticas no espaço urbano é profetizar a quebra de altares idólatras, levantar altares de adoração ao Deus de Abraão e profetizar a paz por meio da conversão do coração de muitos em direção ao Rei dos Reis Jesus!   “O evangelismo, também faz parte da missão, porque cremos no cumprimento do ide a todos os que estão cansados e oprimidos para que estes vejam Cristo em nós e O receba também, como seu Salvador e Senhor!”, declara Isabel Coimbra. As intervenções de dança sempre acontecem com tecidos coloridos, principalmente o vermelho, que representa o sangue derramado de Jesus, o sangue que pagou a preço por cada vida independente de etnia, religião ou nacionalidade.

Desde a Missão França, Isabel Coimbra vem desenvolvendo o projeto em várias viagens nacionais e internacionais! Alemanha, no Campo Nazista de Concentração Dachau, Espanha, Bélgica, Amsterdan foram alguns dos paises por onde passou. A última missão foi em Boston – MA e cidades vizinhas nos EUA em junho de 2014. Um marco nessa missão, por exemplo, foi ministrar em Salém, mundialmente conhecida como a cidade das bruxas.

Como breve testemunho da missão em Boston, Isabel relata sobre um momento em que dançou para uma moradora de rua. “Ela havia me pedido dinheiro e eu disse á ela que lhe daria o que eu tinha, a dança.  Então, ela estranhou e me disse que não poderia me pagar (atividades artísticas nas ruas dos UEA é muito comum, e nestas o público paga pela performance colocando dinheiro dentro de algum vasilhame do artista de rua). Eu respondi que ela não precisa pagar porque Jesus já havia pagado o preço! E dancei envolvendo-a com meus braços e o tecido vermelho, o sangue de Jesus! Foi muito choro e muita restauração, porque aquela senhora estava desviada há muitos anos dos caminhos do Senhor e, naquele momento, ela se arrependeu, decidindo deixar as ruas, o álcool e voltar para Jesus! Aleluia!! Por isso seguimos crendo nos propósitos e nas direções de Deus!!! Finaliza Isabel.

Em outubro desse ano, foi realizada mais uma missão do projeto Dança na Mochila: a “Caravana Cantares” Egito e Israel, coordenada por Isabel Coimbra, Colíder do Departamento de Dança da Secretaria de Louvor da Igreja Batista Lagoinha, com o apoio do Ministério de Turismo de Israel e da Revista Cristã.

“Assim, dançando, aprendendo e profetizando em ruas, praças, praias e locais públicos, tivemos momentos muito especiais e inesquecíveis! Você pode imaginar? As danças e tecidos colorindo as pirâmides e as ruas do Egito? O vislumbre do alto do Monte Sinai, do monte Carmelo, do Monte das Bem Aventuranças, do Monte das Oliveiras? O mar da Galileia e o Jardim do Túmulo… E nossa participação na abertura da Festa dos Tabernáculos no deserto!  Quantas pessoas pudemos abençoar?

Sim! Parte das atividades de Cantares foi a participação da maior festa Israelita: a Festa dos Tabernáculos ou Cabanas, também conhecida como Festa da Colheita (Succoth) em que uma de suas maiores expressões é a dança. Esse festival há centenas de anos é realizado tradicionalmente no mês de outubro e faz parte do calendário cultural israelita. Atualmente, esta festa tornou-se um importante evento não só para a comunidade judaica, mas também para a cultura cristã. Nas últimas três décadas, milhares de peregrinos são esperados para esse festival, evento que se tornou um dos maiores de Israel e vem atraindo pessoas e grupos artísticos dos Estados Unidos da América, Rússia, Bolívia, Canadá, Chile, Áustria, Índia, Tailândia, Taiwan, China, Hong Kong, Holanda, Itália, Nigéria, Suíça, Finlândia, Noruega, França e Brasil entre mais de cem países. Assim, cremos que Cantares é uma missão profética e evangelística que nasceu no coração de Deus! Mais uma missão em que Jesus fez grandes coisas em nós e através de nossas vidas!! Após essa viagem, nossas vidas nunca mais serão as mesmas. Fomos os maiores abençoados!!Convidamos a todos para conferir conosco um pouco de tudo que o Senhor Jesus realizou durante nossa jornada. Tenho certeza de que, assim como nós, vocês se sentirão tocados pelo Espírito Santo de Deus

“E te alegrarás perante o Senhor teu Deus, tu, e teu filho, e tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita que está dentro das tuas portas, e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, que estão no meio de ti, no lugar que o Senhor teu Deus escolher para ali fazer habitar o seu nome. E lembrar-te-ás de que foste servo no Egito; e guardarás estes estatutos, e os cumprirás. A festa dos tabernáculos celebrarás sete dias, quando tiveres colhido da tua eira e do teu lagar. E, na tua festa, alegrar-te-ás, tu, e teu filho, e tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita, e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas. Sete dias celebrarás a festa ao Senhor teu Deus, no lugar que o Senhor escolher; porque o Senhor teu Deus te há de abençoar em toda a tua colheita, e em todo o trabalho das tuas mãos; por isso certamente te alegrarás”, (Deuteronômio 16:11-15).

Depoimento Isabel Coimbra – Idealizadora da Caravana Cantares – Dança na Mochila

Em 2007 participei de um Congresso em Jerusalém e aproveitei a oportunidade para esticar um pouco mais e conhecer outras cidades de Israel e Egito. Foi uma viagem inesquecível, pois cada cidade tem sua historia e particularidades nas ruas, praças, muros, na parte histórica e na parte moderna, no mercado, nas lojas, nos seus cantos e recantos… Eu queria ver as pessoas na rua, sentir os cheiros, ouvir as vozes… Eu me sentia tão feliz por estar ali “naqueles lugares”, que meu coração se enchia de vontade de dançar em louvor por dádiva tão grande de Deus!!!

Muitas vezes eu não me contive e em determinados locais e momentos eu me despi de todo “não pega bem” e dancei expressando o meu “cântico” novo! Não me preocupei com coreografia, com música, com nada: eu só pensava em Jesus Cristo andando por aquelas ruas e eu estava ali!!! Justamente ali!

Em Israel, por exemplo, no subsolo abaixo do nível da rua, tive uma experiência incrível! Enquanto eu dançava e expressava a Deus minha adoração, percebi algumas pessoas me observando e ouvi a voz de uma criança que dizia: olha! A moça está dançando para Deus!
Na sequência fui para o Muro das Lamentações e sentei numas cadeiras ali por perto, quando me senti atraída pela grande Bandeira de Israel que descansada no mastro se mantinha quietinha sem movimento algum. Caminhei até o grande mastro e lá, comecei a sentir uma brisa leve que começava a soprar. À medida que a bandeira começou a se mover também comecei a me movimentar. A bandeira ia levemente para a direita e meu braço também ia. Ela ia para a esquerda, meu braço esquerdo a acompanhava. E nesse “mover”, pouco-a-pouco, o vento encheu a bandeira de movimento e eu me enchi de dança acompanhando os movimentos daquela bandeira, quando serenamente a brisa cessou e eu parei de dançar.

Quando voltei ao Brasil, aquelas experiências não saiam da minha cabeça. A dança se configurou de uma maneira tão intensa que eu até aquele dia não tinha vivido! Eram como “textos vivos” que exalavam da minha vida de maneira inesperada e espontânea. Era um cântico novo cheio de sentidos e significados que se dava a ver!!!

Inspirada em Atos 1:8, comecei a sonhar em voltar!!! Voltar para celebrar a vida em Jesus, levantar altares de adoração e testemunhar: “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”.

Comecei a gerar um jeito diferente de visitar o Egito e a Terra Santa! Dançando, evangelizando, aprendendo e profetizando nos locais visitados a essência do Cântico dos Cânticos de Salomão! Celebrando o cumprimento da promessa de amor e do encontro definitivo entre o noivo-Jesus e a noiva-Igreja garantidos pelo sangue derramado do Cordeiro!

Sonhei com um Seminário itinerante com palestras, ministrações, oficinas, além do projeto “Dança na Mochila” em ruas, praças, praias e locais públicos.

E essa viagem se realizou!!!

Apresentação no Aeroporto Internacional Tancredo Neves para embarque em voo com destino ao Cairo (Egito), com conexão no Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos/SP).

Visita a Gizé e as Pirâmides de Cheops, Chephren e Mikerinos (uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo) e a Esfinge de Alabastro, obra que tem mais de 4.500 anos, construída em uma única pedra de 72 metros de comprimento e 20 metros de altura. Dançamos por mais de 30 minutos diante das pirâmides e após ministrarmos, uma família trouxe seu filhinho para que o abençoássemos. Foi indescritível.

Jantar em barco de luxo no Rio Nilo, com show de danças típicas. Essa foi uma experiência incrível, dançamos com a Belly Dance, ministramos e depois a presenteamos com uma foto e o que tínhamos de mais precioso: a Palavra de Deus e uma oração por sua vida. Era a Dança na Mochila se misturando com a cultura do país e mostrando toda a sua importância como arte e forma de compartilhar experiências.

Museu do Cairo, o mais importante museu do Egito, com uma coleção composta por mais de 120.000 antiguidades egípcias e rica coleção de objetos da época Faraônica. Lá aprendemos com nosso guia Samuel Gabala a história dos faraós e também a saga do povo hebreu no Egito, durante os anos em que viverem no país.

Fomos ao Bairro Copta, dos cristãos egípcios, com suas velhas igrejas, inclusive a de São Pedro, que remonta ao século V, e foi erguida sobre uma pequena cova onde José, Maria e Jesus se refugiaram quando fugiam de Herodes. Ali, dançamos em frente a uma sinagoga judia e também fomos convidadas a abençoar uma loja com nossa dança.

Seguimos para a Mesquita de Saladino, chefe militar curdo muçulmano que se tornou sultão do Egito e da Síria e liderou a oposição islâmica aos cruzados europeus no Levante. Foi responsável por reconquistar Jerusalém das mãos do Reino de Jerusalém. Ali, fomos convidadas pelo próprio segurança da Mesquita para visitarmos um local onde poucos têm acesso. Era Deus agindo. Realizamos a Dança na Mochila discretamente, com nossos pés e movimentos de lenços em nossas cabeças.

Finalizamos a noite no Bazar Khan El Khalili, um lugar dos mais exóticos e que caracteriza de forma completa o Egito de ontem e de hoje, onde se podem encontrar artesanatos manuais dos mais simples aos mais elaborados, perfumes, alimentos, especiarias, joias e tudo que se puder imaginar. Ali, vivemos a experiência de fazer a tatuagem de hena, típica das mulheres egípcias.

Nesse dia, iniciamos nosso êxodo (Êxodo 15:22 e 18:27). Era hora de atravessar o deserto, de pôr-se a caminho. A travessia é o espaço entre a saída do Egito e a entrada na Terra Prometida. Foi um tempo de orarmos pela libertação de todo tipo de escravidão que pudéssemos carregar dentro de nós. Passamos pelas Fontes de Mara – Água amarga (Êxodo 15:22 a 27), onde ministramos e fomos ministradas.

Chegamos à região de Santa Catarina, no sopé do Monte Horebe, onde Moisés recebeu as Tábuas com os dez mandamentos. De madrugada, partimos para o monte, onde vivenciamos a experiência de dançar com nossos tecidos dentro do Mosteiro de Santa Catarina. Depois, subimos nas rochas realizamos a Dança na Mochila ao nascer do sol. Queimamos os pedidos de oração contemplando um espetáculo inesquecível!

Às Margens do Mar vermelho, confraternizamos, descansamos e nos preparamos para Levar a Dança na Mochila para a Terra Prometida.

Após passar a fronteira de Israel, seguiremos para a Réplica do Tabernáculo, no Parque de Timna, onde dançamos frente ao tabernáculo e também no local Santo dos santos. Viajamos pelo Deserto do Neguev até o  Parque Nacional do Ein Gedi, onde participamos da tão esperada Celebração de abertura da Festa de Tabernáculos. Realizamos a Dança na Mochila entre povos de todas as nações, dançando e ministrando. Após a festa, seguimos para Beer Sheva, único lugar onde Deus se comunicou com cada um dos três patriarcas (Abraão, Isaque e Jacó), individualmente e em instantes diferentes.

Pela manhã, visitamos a Fortaleza de Massada, palácio construído por Herodes, o Grande sobre um planalto 400 metros mais alto do que a costa ocidental do Mar Morto. Nesse lugar, nossa dança teve um significado muito especial, e muitos turistas pararam para apreciar nossos lenços sendo levados pela brisa morna da região.

A seguir vivenciamos a experiência de flutuar nas águas salgadas do Mar Morto, nos beneficiando de sua Lama Negra e minerais medicinais.

Beirando sempre o Rio Jordão chegamos à cidade mais velha do mundo, Jericó. De cima do teleférico, lugar predileto de Emiliana, Joyce e Denise, avistamos as Muralhas de Jericó e chegamos ao Monte das Tentações, onde Jesus foi tentado. Ali, realizamos a Dança na Mochila de forma única, tendo a altitude e o vento como nossos aliados.

No Monte das Bem Aventuranças, onde Jesus pregou o Sermão da Montanha, nos assentamos e meditamos sobre os ensinamentos de Jesus. Depois, partimos para o lado aberto do Monte, onde a Dança na Mochila foi realizada com grande espontaneidade e liberdade, sob o vento que vinha do Mar da Galileia e fazia com que nossos lenços voassem em direção aos céus.

No Primado de Pedro, onde Jesus apareceu aos discípulos após ter ressuscitado, ministramos a Dança na Mochila e nossa dança chamou a atenção de judeus que se divertiam na praia. Eles vieram até nos e dançaram conosco.

Na travessia do Mar da Galileia, ministramos a Dança na Mochila em um barco típico da época de Jesus, e passamos pelo local onde Ele andou sobre as águas. Foi uma oficina de dança cheia de inspiração, liberdade, técnica e mover o Espírito Santo.

Na cidade de Kafarnaum, visitamos a casa de Pedro e as ruínas da Sinagoga, onde realizamos a Dança na Mochila sob o olhar e os aplausos de turistas de várias partes do mundo. Nossa gravida Ana Leticia fez uma performance solo que impressionou a todos.

No Yardenit, realizamos um ato profético no Rio Jordão e com nossa dança e tecidos, abençoamos as dezenas de pessoas que visitavam o local.

Em Nazareth Village, vimos como era a vida na época de Jesus. Ali, no local do lagar de uvas, onde era preparado o vinho, a expressão do derramar de Deus foi feita por meio dos tecidos que caiam do local da pisadura das uvas até o lagar, onde era armazenado o suco da videira. Na replica da Sinagoga, nossa Líder, Isabel Coimbra, ministrou a Dança da Mochila de forma individual e intimista, fazendo uma dança cheia de unção e talento.

Seguimos para Megido, de onde avistamos uma imensa parte do vale onde ocorrerá o Armagedom ou a batalha final entre as forças da luz lideradas por Jesus Cristo e as forças das trevas lideradas por Satanás ou Anticristo depois do Fim dos Dias. Ali, nossa Dança foi carregada de emoção pelo que o local representa.

No Monte Carmelo, onde Elias venceu os profetas de Baal. A Dança na Mochila foi feita de forma especial, com roupas especialmente preparadas para a ministração. Joyce colocou seu vestido representando o Estado de Israel e todas dançaram representando as nações do mundo que abençoam e apoiam a Nação escolhida por Deus. Os Voil Dançant, assim como leques em forma de fogo, tremularam por sobre o Monte, levando a dança como adoração ao Deus de Israel.

Chegamos à Cesaréia Marítima, onde morava Cornélio e onde Paulo foi preso e julgado antes de ir a Roma. Ali, corremos pela arena onde eram realizadas as corridas de bigas, lenços ao vento sob a brisa do Mar Mediterrâneo. Meninas judias que visitavam o local pegaram alguns lenços e nos acompanharam em nossa dança.

Finalmente chegamos à Jerusalém e, de cima do Monte das Oliveiras, pudemos contemplar toda a exuberância de suas muralhas e aprender sobre a volta do Messias amado de nossas almas. Nossos véus voaram em direção à Porta Dourada, fazendo o caminho por onde Ele, um dia, irá entrar.

Descemos até o Jardim do Getsemani e ministramos a Dança na Mochila entre as oliveiras de 3 mil anos e dentro da Igreja das Nações, local onde está a Pedra em cima da qual Jesus Chorou.

Subimos dançando ao Monte Sião e entramos no Cenáculo, local da descida do Espírito Santo e da Última Ceia de Jesus e seus discípulos. Seguimos pelo Quarteirão Judeu para chegarmos à Casa de Caifas, local onde Jesus ficou preso antes de ser crucificado. Seguimos para a Cidade de Davi, onde percorremos os Túneis de Ezequias, saindo na Piscina de Siloé.

No Monte Moriá, subimos à Esplanada do Templo, onde o clima estava meio tenso e por isso, realizamos discretamente a Dança na Mochila, sob os olhares desconfiados dos guardas locais.

No Muro das Lamentações, a Dança na Mochila foi realizado de forma respeitosa e leve.

No Davidson Center, sitio arqueológico onde fica a entrada original do antigo Templo Judaico de Herodes, levamos a Dança na Mochila como parte da cultura de um povo que ama as artes e principalmente, a dança.

Em nossa visita ao Museu do Holocausto (Yad Vashem), nossa dança foi em homenagem aos milhares de judeus sacrificados em nome da insanidade. No museu das crianças, nossos lenços se misturaram às nossas lágrimas pelos milhares de crianças que não tiveram a oportunidade de ter um futuro.

No Museu do Livro, onde se encontram os manuscritos do Mar Morto e uma maquete das varias épocas da cidade de Jerusalém, a Dança na Mochila complementou a grande carga de cultura e dados históricos guardados naquele local.

Em Belém, dançamos dentro da Igreja da Natividade, para celebrar o nascimento daquele que mudaria a história de toda a humanidade. No Campo dos pastores, realizamos uma oficina aproveitando um platô de onde se vê todo o vale por onde os Reis Magos passaram trazendo os presentes ao Salvador.

Dançando pela Via Dolorosa, realizamos intervenções artísticas no espaço urbano da cidade velha de Jerusalém.  Seguimos com nossos tecidos pelos caminhos tortuosos do Mercado Árabe até chegarmos ao Tanque de Betesda, onde realizamos mais uma etapa do Dança na Mochila em Israel.

Saindo pela Porta de Damasco, seguimos tremulando nossos lenços vermelhos, que simbolizam o sangue do Cordeiro, pelas ruas do bairro árabe até o lugar chamado Caveira (Gólgota) e, finalmente, ao Jardim do Túmulo de Jesus. Ali, o Dança na Mochila teve seu ápice, com a ministração de coreografias espontâneas, movidas pelas mãos do Eterno e motivadas pelo que se passava no interior de cada uma das bailarinas do grupo. Houve restauração, renovo, atos proféticos e dança, tudo embalado pelo vento que soprava do Trono de Deus. Foi um tempo maravilhoso, onde celebramos a Santa Ceia e, principalmente, a morte apara alcançar nossa maior e final vitória: a ressurreição de nosso amado Senhor Jesus Cristo.

Marcha para as nações

A Marcha Para as Nações, acontece anualmente durante o feriado judaico da Festa dos Tabernáculos e reúne cristãos de dezenas de países. Organizada pela Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém, uma organização que promove laços entre Israel e as comunidades cristãs do mundo, em 2014 reuniu mais de 5 mil pessoas de aproximadamente 90 países. O agir de Deus no dia da Marcha para as Nações na vida das nove componentes da Caravana Cantares – Dança na Mochila foi sobrenatural. Como nos conta Isabel Coimbra, idealizadora e líder da Caravana: “estávamos decididas a ficar no final da Marcha, realizando nossa dança de forma discreta, mas sem perder o foco de cumprir o que tínhamos planejado para aquele momento: levar a Dança na Mochila pelas ruas de Jerusalém, com nossos tecidos, muita disposição e unção de Deus. Fomos caminhando pelo meio da multidão para achar um lugar mais vazio e perto dos brasileiros que estavam participando da Marcha. Em certo momento vimos os soldados do Exército de Israel em nossa frente e decidimos parar por ali. Quando a Marcha começou, ficamos entre o Exercito e membros do que parecia ser uma escola de samba brasileira. Começamos a dançar e ministrar entre os dois e seguimos com nossos tecidos pelas ruas de Jerusalém, levando a Bandeira do Brasil como nosso estandarte. Perto do ponto final da Marcha, saímos da avenida e fomos voltando pela calçada, onde milhares de judeus assistiam a Marcha, acenavam e agradeciam pelo apoio do povo cristão de todo o Mundo à Israel. Enquanto andávamos pelas calçadas descobrimos que, sem querer, fomos o grupo que abriu a Marcha Para as Nações e que esteve à frente do evento em toda a sua extensão. Deus se manifestou de forma soberana e sobrenatural e, mais uma vez, agradecemos a Ele, que esteve a frente de tudo que fizemos durante essa viagem inesquecível”.

Em nosso último dia na Terra Santa, caminhamos, dançamos, realizamos a Dança na Mochila de forma livre, leve, inspirada e feliz. Visitamos galerias de arte e interagimos com a população local, trocando experiências artísticas, culturais e emocionais pelas ruas da parte moderna de Jerusalém. Estávamos felizes, pois tínhamos alcançado nosso objetivo: realizar a Dança na Mochila no Egito e em Israel: realizamos intervenções artísticas nos espaços urbanos, profetizamos a quebra de altares idólatras, levantamos altares de adoração ao Deus de Abraão e profetizamos a paz por meio de Jesus! Mas também, sentíamos uma tristeza por nossa aventura estar chegando ao fim. Porém, essa tristeza logo passou, pois em nosso coração tínhamos a certeza de que em breve estaríamos de volta, para mais uma Dança na Mochila.

 

 

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